terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Atividade: Descrição e Audiodescrição

A descrição é a enumeração das características próprias dos seres, coisas, cenários, ambientes, costumes, impressões, etc. A visão, o tato, a audição, o olfato, e o paladar constituem a base da descrição.
Segundo o arquiteto e designer Richard Saul Wurman existem três meios para se descrever: palavras ou textos, imagens e números. Geralmente, as melhores descrições são dependentes de todos os três meios, mas em algumas situações, um meio deve predominar, enquanto que os outros dois sirvam de apoio.
Os tipos mais comuns de verbos em descrições são os verbos de ligação, (ser, estar, ficar etc) porque gramaticalmente esses verbos ligam os seres (substantivos) às características (adjetivos).
O estilo da descrição pode ser idealista  se a fantasia do escritor embeleza o objeto descrito, ou realista quando busca o máximo de fidelidade na transposição.
Um texto descritivo pode ser apresentado de duas maneiras:

Descrição objetiva: quando se descreve os aspectos físicos e tangíveis de algo, como altura, largura, peso, cor etc, ou seja, a realidade concreta, como todo mundo vê o objeto.

Descrição subjetiva: há uma participação maior da emotividade de quem escreve, ou seja, tem foco nas impressões causadas pelo descritor nem sempre sendo comprovável por meio da observação.


Exemplo:
Era um pobre-diabo caminhando para os setenta anos, antipático, cabelo branco, curto e duro, como escova, barba e bigode do mesmo teor; muito macilento, com uns óculos redondos que lhe aumentavam o tamanho da pupila e davam-lhe à cara uma expressão de abutre, perfeitamente de acordo com o seu nariz adunco e com a sua boca sem lábios: viam-se-lhe ainda todos os dentes, mas, tão gastos, que pareciam limados até ao meio.
Aluísio Azevedo, O Cortiço , Capítulo II




Audiodescrição o contexto da acessibilidade para pessoas com deficiência.
                                                                              

Definições segundo esses autores:

 

A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos  tais como  aulas,seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora.”
                                                          (Lívia Motta)
A audiodescrição é uma atividade de mediação linguística, uma modalidade de tradução intersemiótica, que transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão cultural, social e escolar. Além das pessoas com deficiência visual, a audiodescrição amplia também o entendimento de pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos”.
(Lívia Motta)
A audiodescrição é um recurso de tecnologia assistiva que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual junto ao público de produtos audiovisuais. O recurso consiste na tradução de imagens em palavras. É, portanto, também definido como um modo de tradução audiovisual intersemiótico, onde o signo visual é transposto para o signo verbal. Essa transposição caracteriza-se pela descrição objetiva de imagens que, paralelamente e em conjunto com as falas originais, permite a compreensão integral da narrativa audiovisual. Como o próprio nome diz, um conteúdo audiovisual é formado pelo som e pela imagem, que se completam. A audiodescrição vem então preencher uma lacuna para o público deficiente visual”.
(Eliana Franco 

A audiodescrição  é o recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual em cinema, teatro e programas de televisão. No Brasil, segundo dados do IBGE, existem aproximadamente 16,5 milhões de pessoas com deficiência visual total e parcial, que encontram-se excluídos da experiência audiovisual e cênica. É portanto uma faixa narrativa adicional para os cegos e deficientes visuais consumidores de meios de comunicação visual, onde se incluem a televisão e o cinema, a dança, a ópera e as artes visuais. Consiste num narrador que fala durante a apresentação, descrevendo o que está a acontecer no ecrã durante as pausas naturais do audio e por vezes durante diálogos, quando considerado necessário.
Para as artes performativas (teatro, dança, ópera) e para os meios de comunicação (televisão, cinema e DVD), a descrição é uma forma de tradução audiovisual, usando as pausas naturais no diálogo ou entre elementos sonoros cruciais para inserir a narrativa, que traduz a imagem visual de uma forma que a torna acessível a milhões de indivíduos que de outro modo não teriam um acesso pleno à televisão e ao cinema.
Em museus ou em exposições de artes visuais, visitas com audiodescrição (ou em circuitos concebidos universalmente que incluem descrição ou a extensão dos atuais programas gravados em áudio ou em vídeo) são utilizados para proporcionar acesso aos visitantes que são cegos ou possuem uma visão reduzida. Professores ou guias podem ser instruídos no sentido de utilizar a audiodescrição nas suas apresentações. A audiodescrição de eventos desportivos está a tornar-se cada vez mais comum, especialmente em estádios de futebol.
Investigadores estão a trabalhar no sentido de demonstrar como a descrição, através do uso de variadas escolhas de palavras, sinônimos, metáforas e comparações, beneficia não só as crianças que são invisuais e/ou com dificuldade de aprendizagem, mas poderá também impulsionar a literacia para todas as crianças.
A partir de 1º de julho de 2011 foi instituída no Brasil a obrigatoriedade de pelo menos duas horas semanais de conteúdo com audiodescrição para as emissoras com sinal aberto e transmissão digital, na condição de faixa de áudio adicional.
Referências:
  1. Ir para cima↑ Planeta Educação. Audiodescrição – recurso de acessibilidade para a inclusão cultural das pessoas com deficiência visual. Acesso em 6 de maio de 2011
2.    Ir para cima↑ Agência Brasil - EBC (01/07/2011). Emissoras de TV são obrigadas a transmitir programas adaptados para pessoas com deficiência visual. 01/07/2011. Página visitada em 06/07/2011.
3.     Pt.Wikipédia.org/wiki/Audiodescrição.
4.     Audiodescrição.com.br.


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Atividade: Jogo Boliche - Deficiência Intelectual


AEE: UFC - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
CURSISTA: MARIA DO SOCORRO CAETANO LEITE

                       Atividade: JOGO BOLICHE DE GARRAFAS        
  
A construção deste jogo foi realizado por alguns estudantes com Deficiência Intelectual que cursam o 3º,4º e 7º ano do Ensino Fundamental I, da Escola Sesquicentenário, e são atendidos na SRM, a qual faço o  Atendimento Educacional Especializado.  Foi utilizado Garrafas Pet, Papel Camuça, além das figuras e palavras (Associação) e sempre  que necessário teve a minha intervenção e/ou contribuição.
Esta atividade teve como principal objetivo estimular a motricidade,(recortes de figuras e papel), coordenação  motora ampla, coordenação viso-motora, arremesso, controle de força e direção, além da linguagem oral e escrita quando se trata da associação de gravura a palavra, além da escrita.

Descrição:
No fundo das garrafas utilizamos areia, cobrimos as 15 (quinze)  garrafas com papel camuça e colamos gravuras e palavras. Para arremessar utilizamos bolas emborrachados grosso.

Possibilidades de exploração:

-Empilhar as garrafas representando um funil;
-Jogar como boliche: cada jogador arremessa três bolas, tentando derrubar as  garrafas;
-Contar os pontos de acordo com a quantidade de garrafas derrubadas e pronúncia da palavra  escrita e figura que consta na garrafa, além de escrever a palavra;
-Vence o jogo quem tiver feito mais pontos e acertar o nome da figura e escrita.
Intervenções:
Nesta atividade pude identificar e trabalhar algumas habilidades e/ou potencialidades nas seguintes áreas: na linguagem, se compreendeu as instruções orais, expressão de necessidades  e interesses como também a comunicação, além da escrita, se ler com autonomia ou está em processo de alfabetização; no aspecto motor, suas habilidades motoras finas e amplas, além de observar e trabalhar a afetividade, a questão da interação, se esse estudante sente capaz de participar e interagir com seu grupo, como utiliza sua memória e transfere seu conhecimento além da compreensão de solicitações simples ou complexas. 

ANEXOS:


Na 1ª e 2ª imagem : Estudante com deficiência
intelectual iniciando o processo de construção do
Boliche. 



 3ª, 4ª e 5ª imagem: estudantes concluindo
o Jogo Boliche.


6ª, 7ª e 8ª imagens: Estimulando a coordenação
motora, força e comunicação.
Estudante com deficiência intelectual.



Imagens 9,10,11,12,13,14 e 15. Desenvolvendo a
Coordenação Motora Ampla, Força, Comunicação,
 Leitura e Escrita além da interação.









quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Elaboração do Plano de AEE Final

Elaboração do Plano de AEE Final
Grupo: Rompendo Limites
Cristiane de Carvalho Costa
Maria do Socorro Caetano Leite
Veiriane Martins da Trindade
Questões:
         O nosso Plano de AEE (Grupo: Rompendo Limites), é coerente com a solução proposta para o problema da estudante Ana Lúcia, diante das propostas elencadas em cada ponto específico do plano, pois objetivam atender as especificidades da estudante conforme suas dificuldades e potencialidades, como também o mesmo poderá sim, ser executado a nossa realidade escolar dependendo da responsabilidade  de  cada profissional  na sua  rede de apoio a que esteja envolvido.
Ainda referindo-se as redes de apoio, no caso Lúcia percebe-se que  os recursos humanos  precisam ter um maior envolvimento, pois a estudante tem muitas habilidades, uma certa autonomia e na ausência  ou falta do cuidador os mesmos poderão assumir tal papel, como também os materiais selecionados são adequados a atender as suas necessidades, mas ainda há uma carência de alguns recursos, explícitos no plano.
Quanto aos parceiros e colaboradores como: fonoaudiólogo, fisioterapeuta além de outros profissionais  tem-se a necessidade de permanecer com essas parcerias em Centros Especializados como Funad e Pestalozzi  visando suprir suas necessidades.

PLANO DE AEE

A. Dados de Identificação:

Nome do aluno: Lúcia  Maria
Idade: 9 anos   Ano: 4º ano  
Turma: “A” Turno: Manhã
Escola:_E.M. Manoel Faustino de Mendonça
Professor do Ensino Regular: Nazaré
Professor do AEE: Lucicleide

B. Plano de AEE:

  1. Objetivos do plano:
·         Estimular sua motricidade através de variados tipos de textura: áspera, lisa, além de outras, uso de tintas e revistas;
·         Viabilizar condições de permanência e aprendizado da aluna através de livros de atividades confeccionados com a simbologia da CAA – Comunicação Aumentativa e Alternativa;
·         Utilizar os  recursos da TA, como o teclado colméia, mouse, teclado virtual que são recursos de comunicação através do softwares: Pranchas Interativas V6, favorecendo o desenvolvimento de suas potencialidades.

2. Organização do atendimento:
  • Período de atendimento: De Setembro a Dezembro/2013
  • Freqüência : Duas vezes por semana
  • Tempo de atendimento: Duas horas semanais
  • Composição do atendimento: ( X ) individual   (   ) coletivo
  • Outros:

3.       Atividades a serem  desenvolvida no atendimento a estudante:
·         Atividades de recorte, pintura e textura que auxiliem na sua motricidade;
·         Pranchas de textos para que a estudante  possa escrever e  comunicar-se através da escrita das letras na prancha;
·         Contação  de história utilizando um livro de história com símbolos de comunicação alternativa em sequência, transcrevendo  o texto em símbolos   e interpretação com gravuras que desenvolvam a leitura e escrita;
·         Atividades com jogos de quebra-cabeça e memória, trabalhando sua coordenação, atenção, percepção e sua linguagem oral;
·         Jogos matemáticos de associação que estimulem o raciocínio lógico.

4.       Seleção de materiais a serem produzidos para a estudante.
·         Pranchas  e cartões de Comunicação estimulando a leitura e escrita;
·         Alfabeto móvel e silábico para a produção de palavras escritas;
·         Jogos pedagógicos: boliche, soletrando, dominó de figuras e palavras.

5. Adequações de materiais:
·         Engrossadores de lápis e pincel;
·         Aranha-mola;
·         Tesoura adaptada;
·         Adaptador de borracha;
·         Apontador de lápis adaptado.
·         Letras em E.V.A (lâmina emborrachada) e figuras.
                                                                  
6. Seleção de materiais e equipamentos que necessitam ser adquirido:
·         Plano inclinado;
·         Teclado colméia;
·         Adquirir Cadeira de roda infantil;
·         Mesa e cadeira para sala de aula conforme o padrão biométrico da estudante;
·         Tapete EVA  para a estudante  rolar no chão;
·         Informática acessível (Softwares enviado pelo MEC: Pranchas Interativas ).

7.Tipos de parcerias necessárias para aprimoramento do atendimento e da produção de materiais:

·         Parceria com profissionais da área de saúde: fonoaudiólogo no sentido de junto com o professor do AEE estimular o desenvolvimento da linguagem oral além do fisioterapeuta que muito  contribuirá para o desenvolvimento dos movimentos da referida estudante;
·         Parcerias com centros especializados em reabilitação física como a Pestalozzi e FUNAD, com TO – terapeuta ocupacional .

    8. Profissionais da escola que receberão orientação do professor de AEE sobre serviços e recursos oferecidos ao aluno:
·         Professor de sala de aula envolver  ainda mais a estudante nas atividades propostas em sala;
·         Professor da Educação Física: adequar atividades de modo que venha favorecer  o desenvolvimento físico, postural da estudante, além de promover ainda mais sua socialização e interação;
·         Colegas de turma nas parcerias junto com a estudante;
·         Gestores escolares no sentido de proporcionar maior qualidade de permanência da estudante no ensino regular;
·         Gestores da Educação :  buscar recursos financeiros para a aquisição de recursos de acessibilidade, além dos que já são disponíveis conforme a necessidade da estudante;
·          Equipe pedagógica da escola no sentido de articular ações junto aos professores para a estudante ter um maior desempenho;
·         Professor de Artes: ao desenvolver atividades com artes plásticas e arte cênica;
·         Equipe de Apoio : inspetor, auxiliar de serviço, porteiro e merendeira.

C. Avaliação dos resultados: 
1. Indicação de formas de registro 
O plano deverá ser avaliado durante toda a sua execução. 
O registro da avaliação do plano deverá ser feito em um uma ficha de acompanhamento, onde serão descritos pelo professor do AEE o uso do serviço e do recurso em sala de aula, durante o AEE e no ambiente familiar. 
No registro, deverão constar as mudanças observadas em relação ao aluno no contexto escolar: o que contribuiu para as mudanças constatadas; repercussões das ações do plano de AEE no desempenho escolar do aluno, as dificuldades encontradas. Será feito uma análise e reflexão do andamento do plano e assim fazer possíveis mudanças ou reajustes, caso seja necessário.


João Pessoa-Paraíba


sábado, 14 de setembro de 2013

Boardmaker com Speaking Dynamically- Recurso TA

www.clik.com.br




 
Transforma seu computador numa poderosa ferramenta de comunicação! 
O software Speaking Dynamically Pro - SDP transforma o computador em um eficaz recurso de educação e de comunicação alternativa. É um programa fácil de usar e que trabalha integrado ao Boardmaker, permitindo criar inúmeras e ricas atividades interativas educacionais e de comunicação com acessibilidade total. Possui voz sintetizada de altíssima qualidade que permite uma comunicação clara e eficaz. Apresenta o manual do usuário em PDF acessado dentro da interface do programa.
Junte a capacidade gráfica dos símbolos PCS do Boardmaker às dezenas de funções programáveis do Speaking Dynamically Pro e trabalhe com as ferramentas de Comunicação Alternativa mais completas e reconhecidas em todo o mundo.
Você inicia uma nova prancha no Boardmaker, cria células/teclas, acrescenta os símbolos necessários e por fim aplica um duplo clique na célula desejada. Abre-se o menu de funções do SDP e muitas possibilidades se apresentam para quem necessita de comunicação eficiente. Com as mais de 350 pranchas de exemplo que acompanham o SDP, você aprenderá rapidamente a programar qualquer prancha para deixar seu usuário comunicando-se para valer. A escola também poderá enriquecer a forma de apresentar trabalhos, fazer jogos que explore os conteúdos estudados e muitas outras formas de interação.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

atividade da 5ª semana fechamento AEE

UFC – UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
ATIVIDADES DA 5ª SEMANA – AEE
Texto sobre o AEE – Fechamento
Maria do Socorro Caetano Leite

         A inclusão rompe com os paradigmas que sustentam o conservadorismo das escolas, contestando os sistemas educacionais em seus fundamentos. Ela questiona a fixação de modelos ideais, a normalização de perfis específicos de alunos e a seleção dos eleitos para frequentar as escolas, produzindo, com isso, identidades e diferenças, inserção e/ou exclusão (Escola Comum Inclusiva-UFC/ 2010,pág.07).
         Um dos papeis do professor do AEE, é justamente contribuir para que na sua  escola o processo de inclusão aconteça de fato e a cada dia se fortaleça, rompendo assim  com esses paradigmas,  fazendo com que a escola saia desse modelo e/ou ensino mecanicista  e possa também entender que a inclusão é para todos, não confundindo diferenças com deficiências. Já na sala de RM  um dos  papeis é assegurar com que o estudante público alvo da educação especial tenha acessibilidade espacial, promovendo o direito de todos a todos os espaços no ambiente escolar, reduzindo e/ou eliminando as barreiras físicas, além de colaborar para que o mesmo  tenha acesso e  melhores condições de aprendizagem e uma melhor condição de vida, não só aquele indivíduo com deficiência mas toda a comunidade  escolar. Ele  também tem como função apoiar o professor da sala de aula, desenvolvendo algumas ações conjuntamente para que   o estudante com deficiência dentro de suas limitações possa ter aprendizagens significativas. 
         O estudo de caso tem um papel de suma importância para o desenvolvimento do trabalho do professor do AEE, pois a partir de sua elaboração o professor passa a conhecer melhor o estudante com deficiência, suas necessidades específicas, seus interesses, desejos, habilidades, além de outros e partir daí montar seu plano de atendimento objetivando para que esse estudante tenha acessibilidade ao ambiente escolar e aos conhecimentos, garantindo sua autonomia e participação efetiva na sociedade  podendo assim exercer a sua  cidadania.
         O plano do AEE contribui para a aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes atendidos na SRM de forma significativa, pois o mesmo vem traçar objetivos que os mesmos venham superar suas dificuldades conforme as especificidades de  cada um. Na verdade o plano traça metas que ora são realizadas e com resultados significativos  em curto ou longo prazo e que  cada estudante possa desenvolver suas capacidades, habilidades em diferentes contextos.
ANEXOS:
 
Foto 01 - Sensibilização em Sala de Aula ( Trabalhando a Deficiência Visual)
 


Foto 02– Estudante com deficiência visual utilizando de recursos pedagógicos adaptados.


 

 Foto 03 - Aluna com Síndrome de Down em Momento Festas Juninas na Escola.

Foto 04 – Estudante com Deficiência Física (Paralisia Cerebral).

Foto 05 - Estudante com Síndrome de Down. Estimulando a sua linguagem oral.


Foto 06 - Oficina realizada por  Estudante com Deficiência Intelectual


                                              

JOÃO PESSOA,23 DE JULHO DE 2013.